Tem uns dias atrás que o Taiguara, um grande amigo meu dos tempos de UFF colocou em seu facebook esse relato. Resolvi postá-lo no meu próprio facebook também o que terminou por desencadear um debate sobre o fato ocorrido.
O Fato em questão foi um covarde ataque homofóbico a um rapaz conhecido desse meu amigo.
Segue abaixo o relato e o debate.
“Um conhecido da UFF foi agredido ontem qnd voltava da Praça da Cantareira. Perseguido por 3 caras que o ameaçavam dizendo coisas do tipo “viadinho tem que apanhar mesmo”, conseguiu correr e chegar até a guarita da UFF. Ao que parece, tá levemente machucado.
Esse tipo de estupidez não nasce do acaso. Pensamentos IMBECIS como “ditadura gay”, “orgulho hétero” e “deus condena” são os úteros que primeiro abrigam essas merdas.
Homofobia mata.
Nada mais a acrescentar.”
(via Taiguara)
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Pedro Barros (…) Primeiramente, o respeito deve prevalecer entre todos, independente de “raça”, credo ou opção sexual. Porém, não concordo com esse movimento em destaque na mídia em se condenar (tipificar penalmente) a homofobia. Oras, já existe o artigo 129 do Código Penal (lesão corporal). Para que se criar mais um tipo penal específico para os homossexuais? Se eu levar um soco ou um gay levar um, a agressão continua a mesma. Concorda? Só abrindo um debate
Rafael Zacca Homofobia não se trata só de agressão física,
Erick Carvalho eu particularmente acho deve existir sim uma estruturação penal própria para condenar a homofobia. O que acho problemático foi como a mídia vem tratando isso para ambas as partes. Acredito que nesse ponto você concorde.
No entanto, acredito que a homofobia deva ser sim identificada e punida como tal, pois existe uma demanda desse tipo de crime e principalmente preconceito em nossa sociedade brasileira. O problema ao meu ver, é que se analisarmos o pensamento social brasileiro, tratamos os estigmas como se fossem axiomáticos e quando perguntamos se eles existem negamos.
Matheus Rodrigues Homofobia não se trata só de agressão física²
Erick Carvalho Existe uma demanda social para isso independente da agressão física simplesmente. Claro que ao agredir alguém dessa forma estamos elevando isso ao último limite. E apenas mostra o quanto a homofobia deve ser combatida, ao meu ver.
Diogo Dos Santos Homofobia é o resultado da divulgação absurda que a midia faz sobre gays como se fossem de raça diferente, querendo igualdade? sao todos homens ou mulheres, so tem gostos diferentes e todo ser humano tem direito a isso, agora, falar que orgulho hetero cria homofobia? jamais, orgulho hetero ,mais uma vez, e o contraposto do orgulho gay, afinal, sao todos iguais e estao comemorando o fato de compartilharem um devido gosto. to errado? ^_^
Erick Carvalho Enfim, se você pensa em igualdade você não está errado obviamente. No entanto, o orgulho hetero infelizmente não é construido com esse intento. Sua esturturação serve a ideiais políticos geralmente retrogrados que querem retirar da causa gay sua relevância e impactos nos debates da esfera pública. Da mesma forma que o” orgulho branco” não prega a igualdade para com o” orgulho negro”, o “Orgulho hetero” não o prega com o” orgulho gay”, apesar da mídia estruturar essa última antítese de forma tal a fazer com que pensemos desta forma,mas sim como algo positivo com significado de igualdade, como foi o seu caso.
Rafael Zacca pensemos assim:
por que existe o dia internacional da mulher? o dia da consciência negra? exemplos mais debatidos na sociedade do que a homossexualidade.
você acha que esses dias são só pra dizer assim: “Eba! Sou preto!” ? Eu acho que não. esses dias são dias comemorativos estratégicos quando determinados grupos sociais de excluídos podem lembrar que a luta continua etc e tal. só existe um dia da mulher porque a sociedade é machista. só existe a consciência negra porque o racismo existe.
então, usar uma camisa “100% negro” é um ato político e não de autoafirmação de cor ingênua. “100% branco” não é a mesma coisa. os brancos não têm luta enquanto brancos, porque não são excluídos por sua cor. assim como os héteros não são excluído por serem héteros. os héteros que são excluídos são por outros motivos.
orgulho gay é um ato político…
Pedro Barros. Pois bem, concordo realmente contigo no tocante à mídia. Analisando um “ramo” da homofobia, no caso, a agressão física ou, na pior das hipóteses, homicídio, ratifico o que já fora dito por mim. Veja que a demanda suscita por você em relação ao crime seria muito mais facilmente “suprida” se a lei fosse aplicada com o rigor de que lhe é exigida. Os meios para se punir o agente criminoso já existem, porém, infelizmente, por vezes não são aplicados (isso em diversos crimes, não só nos tocantes ao homossexuais). Garanto que essa solução seria mais célere e barata do que criar novos tipos penais, e de aplicação imediata!
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Matheus Rodrigues Orgulho hétero também é um ato político. Infelizmente pautado num discurso falsamente igualitário…
Diogo Dos Santos não é bem assim não, a parada gay, na mídia, talvez simule a igualdade entre as 2 “raças”, mas não é bem verdade pois conheço exemplos de pessoas que foram agredidas nessas passeatas, que ao meu ver é um erro e para mim soa como provocação, so por serem heteros declarados. Mas enfim, não to querendo discutir a finalidade das paradas gays ou heteros, a coisa toda não deve existir, nem de um lado e nem de outro, somos seres humanos e temos alma da mesma cor, a sexualidade não importa, não consigo ver.Não sou a favo e também não sou contra, pois pra mim são todos humanos separados unicamente pela quantidade de dinheiro que conseguem ganhar mensalmente.
Rafael Zacca sim, no final eu diria isso. só que tem gente indo pro orgulho hétero pensando na forma mais inocente (lógico que são poucos, mas eles existem)… e tem que ressaltar esse lado político da passeata do orgulho gay, pra ficar claro que um ato de orgulho hétero não é tão inocente socialmente quanto parece…
Erick Carvalho Nenhum ato político é tçao inocente. Calma. Tanto atos gays, quanto atos heteros. No entanto, o problema é que o ativismo hetero na esfera pública parta do pressuposto básico de negação do outro gay. E o pior é que seu discurso se constr´poi hipócritamente negando sua própria ideia negativada. Basta vermos Myrians rios da vida, Malafaias e afins.
Diogo Dos Santos mas o que eu digo rafael é que não deveria existir at all. Nenhuma forma de manifestação pois para mim, heterossexual, a passeata gay e uma provocação, a passeata hetero ou orgulho hetero e uma resposta dos mais revoltados com essa situação do que eu.Afinal, pense comigo, todo e qualquer tipo de preconceito racial, ou seja la qual for, não e um crime contra a evolução e a inteligencia?Por que por mais que eu não goste, não vou tratar mal, nao vou xingar e nao vou bater, afinal de contas nao sou burro. =)
Matheus Rodrigues Se a “passeata gay”, pra você é uma provocação, taí uma razão dela existir.
Erick Carvalho Pedro, Concordo que se a lei fosse aplicada como deveria ser nem estariamos aqui debatendo. Até porque sabemos que as leis positivas se estrturam, pois existem demandas naturais que necessitam sua positivação quando não mais são cumpriadas, desequilibrando a sociedade. É nesse ponto que defendo a criação de leis contra a homofobia, e estatutos específicos como para com negros, mulheres etc. Somente assim conseguiremos um pouco conter um problema básico do pensamento social brasileiro que é a negação axiomática dos estigmas da sociedade com a falsa consciência (ideologia se preferir) de que vivemos em uma soceidade de alegria misturada, onde todos respeitam os demais como prega o artigo primeiro da constituição.
Erick Carvalho Diogo, a passeada gay não pode ser lida como provocação, concordo com o Matheus. Ela deve ser lida como um ato político de um grupo social brasileiroq ue sofre preconceito e que por décadas e séculos, foi estigmatizado em nossa sociedade brasileira. Sua demanda é legítima, pois o preconceito que sofre também é real e cria monstros como o caso da agressão citada no início entre outras em maior ou menor escala. Orgulho hetero é uma resposta política retrógrada que não aceita a outridade e o pior a mascara de forma tal que faz as pessoas geralmente pensar que o debate não é legítimo na esfera pública, quando na verdade ele é URGENTE.
Pedro Barros Diogo, concordo com você! Outro ponto debatido se refere aos crimes de opinião. Como Erick bem expôs, creio que o principal empecilho seja o enfoque dado pela mídia à situação. De sobremaneira, não podemos impor nossas opinões em desfavor de outras. Como disse anteriormente, o respeito deve prevalecer perante todas as relações interpessoais. Creio eu que, de um modo geral, posso não concordar com você, mas devo lhe respeitar. Se todos seguissem essa linha de raciocínio, as coisas seriam bem mais simples
. Bom, só um breve relato pessoal: diversas vezes presenciei dois gays (tanto homens quanto mulheres) se “agarrando” de forma “efusiva” em público. Pois bem, da mesma forma que acho uma termenda falta de vergonha e respeito se fossem dois héteros na mesma situação, nos casos se eu tecer algum comentário nesse sentido serei prontamente taxado de “homofóbico”. Eis o principal ponto que discordo totalmente. Finalmente, viva a diversidade (com respeito, claro!)
Matheus Rodrigues Se agarrar de forma efusiva é um problema de gays, héteros, panssexuais que não se liga ao direito de viver sua sexualidade de forma plena, né?
Diogo Dos Santos urgente é saude publica e principalmente educação, afinal se tivessem educação desde o início, heterossexuais respeitariam homossexuais como se deve ser feito, como eu faço, e não tenho nada contra as passeatas não, politicamente, como voce disse erick, e importante, so acho que há outros meios de chamar a atenção para o problema. Uma coisa tenho de reconhecer, se todos tivessem uma mente como eu penso que a humanidade teria nesse momento de nossa evolução, esse tipo de coisa nao existira. Nao vou ser hipocrita dizendo que nao me incomodo com um casal gay na rua, mas ao mesmo tempo que me incomodo me dou um beliscao mental para lembrar que qualquer pensamento contrario que eu possa ter e uma atitude antiga, velha e que não leva a nada, por tanto tempo faço isso que hoje não me sinto mal e pelo contrario, tenho amigos gays que converso normalmente todos os dias. Sou contra o preconceito e a favor da criação de leis que ajudem na punição de homofóbicos concerteza, mas sou contra a super exposição que fazem da sua propria sexualidade.
Erick Carvalho Bem Pedro, acho que atentado violento ao pudor existe independete de sexo. Se provado ato sexual em público a lei deve ser aplicada de maneira igual, obviamente. Concordo com você nesse ponto. E concordo que o grande problema é como a mídia estrtutura esse debate e influyencia atitudes que não existiram na esfera pública. A mídia ao manipular as demandas existentes na opinião pública cria entraves que quando não solucionados acabam resultando em atitudes extremadas estúpidas como a agressão ou assédio moral. Se o debate fosse levado com respeito certamente avançariamos e propostas de lei, emendas e etc seriam bem mais efetivas. Principalmente neste assunto.
Diego Ferreira é triste ver q a falta de amor respeito das pessoas chega a esse ponto… complicado.
Diogo Dos Santos violencia e sempre a solução pros que sao fracos mentalmente ( os acentos no meu teclado entram quando querem, maldita lingua portuguesa! XD )
Pedro Barros Como o Diogo disse, o que acho um absurdo é essa exposição exagerada da sexualidade que fazem (tanto hetero como homo). Em tempo: tenho diversos amigos gays e o tratamento por mim dispensado a eles é exatamente o mesmo. Tem que haver tolerância, porém sem imposição de opiniões
Erick Carvalho E amigo Pedro, acho que o problema não é nem o impor de opiniões, o problema é a manipulação das mesmas nos meios de comunicação. Sem contar o freakshow que nossos políticos fazem para ganhar palco e espaço de entretenimento na esfera pública, quando deveriam apenas fazer o seu trabalho legislativo.
Pedro Barros Perfeito! Se eles fizessem tão somente o que foram eleitos para, a Nação estaria bem melhor, com certeza!
Rafael Zacca Pedro, tu tem pouco mais de vinte anos, e nunca se agarrou em público?
Caramba…
Acho que geral a minha volta que tem mais ou menos essa idade (hetero ou gay) se agarra em público, por isso me espantei.
Nada demais não, é só o espanto mesmo de você se espantar com isso…
Diogo Dos Santos pelo amor de deus né, voce estar com a pessoa, e trocar beijos e uma coisa, dentro de boates e outra, agora agarração em publico, acho que todo mundo sabe diferenciar…
Erick Carvalho Agarração leia-se por sexo explicito mesmo. Genitália a mostra, ato sexual propriamente dito etc.
Pedro Barros Rafael, Diogo e Erick falaram tudo. Certas coisas se fazem em lugar reservado. Inclusive para preservar a própria imagem, independente de quem for.
Rafael Zacca Ah, isso eu vejo também. principalmente casaisinhos em praias e em carros.
agora, no meio da presidente vargas ao meio dia, nunca vi nao.
eu tive que entrar no assunto porque acho complicado esse assunto surgir justo numa discussão sobre homofobia… quando pensamos em homossexualismo pensamos em sexo e não em amor, é muito rápida a associação.
não acho que ninguem foi propositadamente maldoso não.
to mais é problematizando porque esse tema surge sempre que se entrar em questões de homossexualismo.
Rafael Zacca e agarração em público é agarração em público. sexo em público é outra história, a qual eu, particularmente, não tenho nenhum nojo em ver, e não faria, mas por motivos proprios. acho meio chato isso de se meter na vida dos outros, principalmente de se incomodar com os outros tendo prazer.
mas isso é outro debate, não tem a ver com homossexualismo, porque isso é feito independente de gênero ou opção sexual.
Pedro BarrosRafael, creio que o tema possa surgir justamente pela exposição exacerbada já dita. Infelizmente já testemunhei essas situação em diversos locais
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Rafael Zacca então, mas isso você vai presenciar tanto de heteros quanto de gays
por isso não entendi a associação direta no debate, já que o debate é outro… mas tá valendo também, só to problematizando essa associação.
Pedro Barros Tenho que concordar com você no tocante à independencia de gênero ou opção sexual. Particularmente, acho feio agarração em público. Como já testemunhei, um casal se agarrando e crianças passando ao lado. Acho feio mesmo.
Pedro Barros Isso, mas foi exatamente o que disse. Percebe? E eu só trouxe o tema à baila pois, se eu me indignar com essa situação (casal de gays se agarrando) prontamente sou taxado de homofóbico. Fato este que não ocorre se eu criticar um casal hetero, imagino eu.
Erick Carvalho Na verdade você seria taxado de moralista apenas, Pedro. O preconceito ocorre quando você esquece que a sua identidade é formada em diálogo de alteridade com o outro. Apenas isso. Em outras palavras, o seu direito termina quando começa o direito do outro e é esse direito negligenciado aos gays que a causa gay vem lutando tanto pra conquistar.
Rafael Zacca vc só seria taxado de homofóbico se você se referisse a sexualidade deles.
ou se vc fosse que nem o dono de um bar na zona sul, que pediu pra duas meninas se retirarem porque elas tavam se beijando na mesa, e ele achava feio
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Rafael Zacca E outra coisa… geralmente as pessoas ficam mais atentas se sao dois homens se agarrando, em segundo lugar se forem duas mulheres, e por ultimo se for um casal hetero.
Nao to dizendo que é o teu caso, não tenho como saber.
Mas é justamente por isso que esse debate sempre sempre sempre surge quando se fala de homossexualismo. A primeira coisa que as pessoas pensam é “po, sempre tem um gay safado que se agarra na minha frente…” To falando dos outros, não de tu. De tu to falando só que o assunto surgiu, e não acho que seja a toa. Porque o preconceito é um pouco inconsciente mesmo as vezes…
Pedro Barros Erick, beleza! Como já falamos, o maior problema é a dimensão e a forma que a mídia tem dado para a causa. Rafael, tenho que discordar de você. Se eu achar feio e fizer uma cara de repulsa (como faria se fosse um casal hetero), iriam me criticar! E que papelão fez o dono desse bar hein? Repudio!
Rafael Zacca sim, acontece mesmo… foi ano passado, com uma conhecida de amiga minha. teve uma divulgação grande na internet na epoca, mas nao na midia oficial, se nao me engano.
Pedro Barros Compreendo Rafael! Se as pessoas realmente debatessem (como estamos fazendo) as coisas iriam progredir exponencialmente!
Rafael Zacca é verdade.!
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Keep Waking Metendo meu bedelho: para mim, orgulho gay, para além de ser orgulho de sua sexualiade, é orgulho em expôr sua posição, seu próprio ethos, e encarar de peito aberto as consequencias. No meu campo (educação) a gente sabe como é difícil pra alguém que se assume como homo conseguir um emprego. E não diria que a minha área é a única; pelo contrário, penso que isso influencia diretamente a maioria das áreas. E aí? Já pensou nas consequencias que se abatem sobre você se você se assume enquanto hétero? Absolutamente NENHUMA. Nunca fui impedido de entrar em boates gays por ser hetero, nunca me pediram um “namorado-crachá” para entrar e muito menos fui expulso dela por estar beijando ou “me agarrando” com uma menina. Em compensação, é só uma rápida paradinha no Google pra ver quantas vezes o inverso acontece.
Infelizmente, o pleno exercício de uma forma de liberdade coletiva é castrada com frequência, por pura ignorância.
Quanto à criação de um direito específico, eu defendo sim a criação dela. Como o colega acima comentou, já há direitos específicos para isso (lesão corporal, homicídio etc). E o dolo? Não há diferença entre o doloso e culposo? O tipo de dolo não faz diferença no julgamento? Claro que faz!
Agradir alguém porque odeia ou não gosta daquele indivíduo em específico é algo potencialmente ruim. Fazer a mesma coisa porque aquela pessoa está inserida em um campo identitário do qual você não compartilha é incomparavalmente pior! A intolerância não é pessoal, mas plenamente impessoal, descorporificada, e (o que talvez seja juridicamente o aspecto mais decisivo) tem enormes probabilidades de se efetivar novamente, de se repetir. E pode se repetir para cima de qualquer um. Imagine que se criem grupos de agressão à sua categoria profissional. Não ia querer que estas pessoas fossem “impedidas de exercer esta liberdade”? É claro que sim.